Conheça Seul, a pulsante capital da Coreia do Sul, por Beto Conte, diretor do STB Trip & Travel

Acompanhei o Grand Tour STB Trip & Travel à Coreia, onde me encantei pelo país. A península, dividida desde os anos 50, nos apresentou uma Coreia do Sul próspera, eficiente e contemporânea. A partir de Seul percorremos os pontos de interesse do norte do país – pois a capital sul-coreana fica a menos de 50 quilômetros da fronteira com a vizinha Coreia do Norte. Tão próximas e com um mundo econômico, político e social à parte.

A Coreia tem uma longa história de unidade cultural com a dinastia Chosun, que comandou o país entre 1392 e 1910. Muitos dos ícones da cultura sul-coreana foram construídos neste período. Destaque para o rei Sejong the Great que, em 1443, substituiu os ideogramas chineses pela escrita fonética coreana utilizada até hoje, o que proporcionou a alfabetização de seu povo.

Com grande influência da China, os soberanos coreanos conseguiram com diplomacia manter-se independentes, aliando-se ao poderoso vizinho. Mas não resistiram à conquista vinda pelo mar e viraram colônia japonesa durante a primeira metade do século XX, quando o Japão se lançou em suas aventuras imperialistas. Com o final da Segunda Guerra Mundial, o país libertado ficou dividido nas áreas de influência da Rússia/China, ao norte, e americana, ao Sul – que acabou desencadeando uma guerra que, em 1953, separou definitivamente a península da Coreia.

O sul arrasado pela guerra civil percebeu a oportunidade do alinhamento com os Estados Unidos ao longo da Guerra Fria para impulsionar sua incipiente indústria. Através da opção de uma matriz de desenvolvimento baseada na educação e inovação se tornou, em apenas algumas décadas, um dos tigres econômicos asiáticos. O governo proporcionou o surgimento dos grandes conglomerados econômicos (Samsung, Hyundai) que seguiram os planos de desenvolvimento para uma indústria cada vez mais sofisticada, com ênfase na tecnologia e informação como base de contínuo crescimento. A 11ª economia do planeta fica atrás, na Ásia, apenas dos poderosos vizinhos China e Japão, e tem o maior número de mestre e doutores per capita do mundo.

O país essencialmente agrícola até a metade do século XX concentra hoje 50% de sua população na área metropolitana de Seul. Em nossa visita à capital do país, percorremos o seu passado no Palácio Imperial, o legado budista em seus templos, e o legado do confucionismo na maneira de agir dos coreanos: respeitosos da hierarquia e com o comprometimento em todos os seus atos.

Em Songdo, com os olhos no futuro, visitamos uma cidade 100% planejada e sustentável voltada para educação de ponta e centro tecnológico. Visitamos também a DMZ – a zona desmilitarizada entre as duas Coreias – que nos lembra que o país nunca assinou o armistício (acordo que suspende temporariamente as hostilidades entre os lados envolvidos numa luta, disputa ou guerra) e ainda espera por eliminar essa barreira, inclusive com um superorçamento para os esforços futuros para unificação.

Confira o relato completo de Beto em www.betonomundo.wordpress.com. Participe do próximo Grand Tours STB, que Beto acompanha em 2017 – desde a Patagônia até a Romênia, passando por um bucólico cruzeiro pelo Douro, em Portugal.

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